We really care about the environment. No really, we do. And we hate the human species. Really, we do. We decided to get political for a minute to bring you this warning about a possible future for the planet. Heed our warning. What are you going to do about it?
Mas é o dinheiro que faz a Terra girar!?
Wednesday, September 17, 2008
As Leis
Você se lembra da Lei da Oferta e da Procura? Pois é: quanto maior é a procura, menor é a oferta = preços mais altos. Quanto menor é a procura, maior é a oferta = preços mais baixos. Assim, quanto menos se compra, mais sobra, e o preço abaixa! Você economiza!
Outra lei muito boa pra refletir e aplicar é a Lei da Conservação das Massas ou Lei de Lavoisier, que pode ser enunciada "Na Natureza nada se cria e nada se perde, tudo se transforma". Pois bem, se pensarmos que cada produto que compramos é feito de matéria, e que essa matéria é da natureza, temos menos natureza e que mais um produto, igual a esse, será fabricado. Com a produção industrial seriada tem-se a exploração seriada na natureza e, assim, menos árvores, animais, alimento, menos vida...
Concluindo: quanto menos se compra, mais barato fica, e mais vida há! Todo mundo vive rico e feliz!
p.s. Aliás, saiu hoje nos noticiários: mais de 925 milhões de pessoas passam fome no planeta.
Novecentos e Vinte e Cinco Milhões de pessoas passam FOME!
Será que já não têmos coisas demais?
Outra lei muito boa pra refletir e aplicar é a Lei da Conservação das Massas ou Lei de Lavoisier, que pode ser enunciada "Na Natureza nada se cria e nada se perde, tudo se transforma". Pois bem, se pensarmos que cada produto que compramos é feito de matéria, e que essa matéria é da natureza, temos menos natureza e que mais um produto, igual a esse, será fabricado. Com a produção industrial seriada tem-se a exploração seriada na natureza e, assim, menos árvores, animais, alimento, menos vida...
Concluindo: quanto menos se compra, mais barato fica, e mais vida há! Todo mundo vive rico e feliz!
p.s. Aliás, saiu hoje nos noticiários: mais de 925 milhões de pessoas passam fome no planeta.
Novecentos e Vinte e Cinco Milhões de pessoas passam FOME!Será que já não têmos coisas demais?
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Friday, September 5, 2008
Natureza em Destruição
A concepção da realidade que predominou no Ocidente até as vésperas da revolução científica era a de um “mundo encantado”. As rochas, as árvores, os rios e as nuvens eram tidos pelo homem como seres maravilhosos e portadores de vida. Os homens, por sua vez, sentiam-se em casa neste “mundo encantado”. O cosmo era o lar ao qual pertenciam. Cada pessoa não era um observador distante e alienado, mas um direto participante da trama da vida. O destino pessoal de cada um estava ligado ao destino do cosmo, e esta interrelação conferia sentido profundo à vida de todos. Este tipo de concepção da realidade – que chamarei consciência participante – envolve a fusão ou identificação do homem com o seu ambiente natural, expressando uma integração psíquica que há muito tempo deixou de existir.
Considerando-se o plano mental, a história da Idade Moderna é uma história de progressivo desencantamento. A partir do século XVI, a mentalidade científica nos tornou verdadeiros estrangeiros (seres não-integrados) em relação aos fenômenos do mundo. Inovações capazes de questionar essa nova visão da realidade – física quântica, ou certas pesquisas ecológicas – não foram suficientemente fortes para abalar a forma dominante do pensamento vigente. Essa forma pode ser adequadamente descrita com palavras como desencantamento, não-integração, pois ela insiste em estabelecer uma rígida separação entre o observador e o observado. Assim, a consciência científica tornou-se uma consciência alienada no sentido de que não promove uma fusão harmoniosa com a natureza, mas sim a separação plena dela. O sujeito conhecedor e o objeto investigado são encarados como pólos opostos antagônicos. “Não sou minhas experiências e conclusões sobre o mundo. Portanto, não faço parte desse mundo” - raciocina o cientista. A conseqüência lógica dessa visão de mundo é um sentimento de coisificação: tudo é objeto, estranho, não-eu. E “eu”, afinal, também sou um objeto; um ser à parte, em meios a tantos outros seres. O cosmo não foi construído por mim; tampouco se importa com minha existência e eu não tenho a sensação de estar nele integrado.
Durante mais de 99% da história da humanidade, vigorou a concepção de que o mundo era encantado e o homem se sentia como parte integrante dele. Nos últimos quatro séculos, a total reversão dessa concepção destruiu, no plano psíquico e físico, o sentimento de integração do homem em relação ao cosmo. Isso foi responsável pela quase-destruição ecológica do planeta. A única esperança, parece-me, está no re-encantamento do mundo como meio de nosso re-encontro.
É nisto que reside a questão central do dilema moderno. Não podemos voltar à alquimia ou ao animismo – pelo menos isso não parece provável. Por outro lado, não podemos permanecer com este mundo triste, de frieza científica, controlado por computadores, ameaçado por reatores nucleares. É preciso desenvolver algum tipo de consciência holística ou participante – e uma formação sociopolítica correspondente – se desejamos sobreviver enquanto espécie genuinamente humana.
MORRIS BERMAN, The reenchantment of the world,
in COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia. 8ª ed. São Paulo: Saraiva, 1993. Pg. 25.
Considerando-se o plano mental, a história da Idade Moderna é uma história de progressivo desencantamento. A partir do século XVI, a mentalidade científica nos tornou verdadeiros estrangeiros (seres não-integrados) em relação aos fenômenos do mundo. Inovações capazes de questionar essa nova visão da realidade – física quântica, ou certas pesquisas ecológicas – não foram suficientemente fortes para abalar a forma dominante do pensamento vigente. Essa forma pode ser adequadamente descrita com palavras como desencantamento, não-integração, pois ela insiste em estabelecer uma rígida separação entre o observador e o observado. Assim, a consciência científica tornou-se uma consciência alienada no sentido de que não promove uma fusão harmoniosa com a natureza, mas sim a separação plena dela. O sujeito conhecedor e o objeto investigado são encarados como pólos opostos antagônicos. “Não sou minhas experiências e conclusões sobre o mundo. Portanto, não faço parte desse mundo” - raciocina o cientista. A conseqüência lógica dessa visão de mundo é um sentimento de coisificação: tudo é objeto, estranho, não-eu. E “eu”, afinal, também sou um objeto; um ser à parte, em meios a tantos outros seres. O cosmo não foi construído por mim; tampouco se importa com minha existência e eu não tenho a sensação de estar nele integrado.
Durante mais de 99% da história da humanidade, vigorou a concepção de que o mundo era encantado e o homem se sentia como parte integrante dele. Nos últimos quatro séculos, a total reversão dessa concepção destruiu, no plano psíquico e físico, o sentimento de integração do homem em relação ao cosmo. Isso foi responsável pela quase-destruição ecológica do planeta. A única esperança, parece-me, está no re-encantamento do mundo como meio de nosso re-encontro.
É nisto que reside a questão central do dilema moderno. Não podemos voltar à alquimia ou ao animismo – pelo menos isso não parece provável. Por outro lado, não podemos permanecer com este mundo triste, de frieza científica, controlado por computadores, ameaçado por reatores nucleares. É preciso desenvolver algum tipo de consciência holística ou participante – e uma formação sociopolítica correspondente – se desejamos sobreviver enquanto espécie genuinamente humana.
MORRIS BERMAN, The reenchantment of the world,
in COTRIM, Gilberto. Fundamentos da filosofia. 8ª ed. São Paulo: Saraiva, 1993. Pg. 25.
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Monday, August 18, 2008
Novo Continente - Lixo de Plástico
Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fração vem de terra firme.

Foto do vórtex
No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.
Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.

Ocean Plastic
O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.

Tartaruga deformada por aro plástico
A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. 'Como foi possível fazermos isso?' - 'Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo'.
Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.

Todas a peças plásticas à direita foram tiradas do estômago desta ave
Segundo PNUMA, o programa das nações unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.

Ave morta com o estômago cheio de pedaços de plástico
E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.
Fontes: The Independent, Greenpeace e Mindfully
Ver essas coisas sempre servem para que nós repensemos os nossos valores e principalmente o nosso papel face ao meio ambiente, ou o ambiente em que vivemos.
Antes de Reciclares, reduz!

Foto do vórtex
No oceano pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havaí e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros . Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.
Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, tênis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.

Ocean Plastic
O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.

Tartaruga deformada por aro plástico
A bolha plástica atualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. 'Como foi possível fazermos isso?' - 'Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo'.
Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufaturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.

Todas a peças plásticas à direita foram tiradas do estômago desta ave
Segundo PNUMA, o programa das nações unidas para o meio ambiente, este plástico é responsável pela morte de mais de um milhão de aves marinha todos os anos. Sem contar toda a outra fauna que vive nesta área, como tartarugas marinhas, tubarões, e centenas de espécies de peixes.

Ave morta com o estômago cheio de pedaços de plástico
E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos.
Fontes: The Independent, Greenpeace e Mindfully
Ver essas coisas sempre servem para que nós repensemos os nossos valores e principalmente o nosso papel face ao meio ambiente, ou o ambiente em que vivemos.
Antes de Reciclares, reduz!
Tuesday, August 5, 2008
Lata de vinho

Projeto vencedor do 2006 Swedish packaging design award.
Não sei do sabor e das propriedades do vinho, mas a lata ficou muito bonita!
Via The Dieline
Thursday, July 3, 2008
Thursday, May 15, 2008
A História das Coisas
A História das Coisas é um documentário imperdível de 20 minutos que demonstra o interior do nosso sistema de Extração-Produção-Consumo-Lixo. É incrível!
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Este vídeo ensina com humor e pode acabar mudando a maneira como você vê as coisas ao seu redor. Uma pira!
Video original sem legendas no Site Oficial.
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Este vídeo ensina com humor e pode acabar mudando a maneira como você vê as coisas ao seu redor. Uma pira!
Video original sem legendas no Site Oficial.
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